quinta-feira, 25 de julho de 2013
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Como ouvirão se não há quem pregue?
Em Atos, capítulo 10 temos o relato da conversão de
Cornélio e sua família. Cornélio era gentio, porém temente a Deus.
Cornélio constantemente orava a Deus, dava suas esmolas,
provavelmente era um bom pai de família, virtudes que o
classificaria como um homem religioso. No conceito dos homens,
tais virtudes eram mais do que suficiente para Cornélio “merecer” a
salvação; entretanto, a Bíblia relata que Cornélio e sua família não
eram salvos. É verdade que pessoas como Cornélio atraem os
olhares de Deus (Salmos 41), entretanto, tais obras não são
suficientes para salvar o homem. Deus ouviu as orações de Cornélio,
por isso lhe enviou um anjo, não para pregar o Evangelho, mas para
levar uma mensagem clara: procure Pedro (Atos 10.5). Esse fato
deixa evidente que a pregação do Evangelho compete à Igreja.
Pedro foi enviado para pregar o Evangelho para Cornélio e toda a sua
família (Atos 10.21-48).
As bases da pregação de Pedro foram:
A) Deus confirmou o ministério de Jesus ao ungi-lo com o
Espírito Santo (Atos 10.38);
B) Jesus curou e libertou os oprimidos do diabo. Deus era
com Jesus (Atos 10.38);
C) Nós somos testemunhas das obras realizadas por Jesus,
da sua morte e crucificação (Atos 10.39);
D) Somos testemunhas oculares da Sua ressurreição (Atos
10.40);
E) Jesus nos enviou a pregar e testificar que ele é quem foi
constituído por Deus Juiz de vivos e de mortos (Atos 10.42);
F) Aquele que crê, por meio de seu nome, recebe remissão
de pecados. (Atos 10.43).
Após essa pregação, o Espírito Santo confirma a pregação de
Pedro, e Cornélio, bem como toda a sua família são salvos mediante
a loucura da pregação (Atos 10.44).
terça-feira, 23 de julho de 2013
Estudando a Bíblia com responsabilidade
“Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do
que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de
dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os
pensamentos e propósitos do coração” (Hebreus 4.12).
O versículo acima declara a eficácia da Palavra de Deus para
trazer discernimento, clareza nos pensamentos e nos propósitos do
coração. Somente a afirmação desse versículo já seria suficiente
para entendermos que a Bíblia não é um livro comum, pois apesar
de ter sido escrita por homens comuns, sua inspiração é divina.
Paulo, escrevendo a Timóteo afirmou: “Toda a Escritura é inspirada
por Deus…” (2 Timóteo 3.16).
Considerando a verdade de que a Bíblia é composta por
livros inspirados por Deus, a interpretação da mesma só será plena e
completa com o auxílio do Espírito Santo.
Portanto, a correta interpretação da Bíblia depende de
oração, leitura, meditação e muita pesquisa. Entretanto, tendo em vista um maior aprofundamento no estudo da Palavra, o interprete da Bíblia poderia ampliar seus estudos e conhecimentos das línguas originais, hebraico bíblico e grego bíblico; além de conhecimentos da geografia bíblica, dos princípios da hermenêutica e da exegese bíblica para a interpretação de textos com autoridade e segurança.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
As portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja
“Chamou Jesus os doze e passou a enviá-los de dois a dois,
dando-lhes autoridade sobre os espíritos imundos” (Marcos 6.7).
Esse versículo deixa claro que Jesus concedeu autoridade
aos Seus discípulos. No princípio eram apenas doze; entretanto,
hoje são milhões em toda face da Terra. Jesus numa de Suas orações
envolveu todos nós como Seus discípulos. Na Sua oração ao Pai Ele
disse: “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que
vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra” (João 17.20).
Um dos planos de Satanás é impedir os filhos de Deus de
reconhecerem a autoridade que Deus já conferiu a cada um. O diabo
sabe que pela autoridade que Jesus nos confere, ele tem que
submeter-se. Ao nome de Jesus todos têm que se
dobrar. Satanás sabe muito bem disso, entretanto, muitos filhos de
Deus não reconhecem ainda essa verdade, por isso tornam-se
presas fáceis do inimigo.
Muitos temem inclusive a “retaliação” do inimigo, porém
jamais deveríamos pensar que Satanás tem poder sobre os filhos de
Deus. É exatamente ao contrário ─ os filhos de Deus é que, em
nome de Jesus, têm, podem e devem exercer autoridade sobre
Satanás e sobre os demônios.
O poder de Deus é imensamente maior que o do inimigo.
Não se esqueça: Deus é o criador. A Ele e somente a Ele pertence o
atributo da onipotência.
Quando analisamos o chamado de Deus para Gideão,
verificamos que Deus pediu a ele que destruísse os ídolos de seu pai,
pois este era adorador de Baal (Juízes 6.25). Deus pediu para Gideão
adorá-Lo, desprezando completamente o altar de Baal. A Bíblia
relata que Gideão, juntamente com dez homens foram e destruíram
o altar de Baal durante a noite, pois temeram os homens daquela
cidade e que eram adoradores de Baal. Veja como a Bíblia relata
sobre a intenção dos adoradores de Baal em se vingar de Gideão:
“Então, os homens daquela cidade disseram a Joás: Leva para fora o
teu filho, para que morra; pois derribou o altar de Baal e cortou o
poste-ídolo que estava junto dele. Porém Joás disse a todos os que se
puseram contra ele: Contendereis vós por Baal? Livrá-lo-eis vós?
Qualquer que por ele contender, ainda esta manhã, será morto. Se é
deus, que por si mesmo contenda; pois derribaram o seu altar”
(Juízes 6.30-31).
Observe que Joás, pai de Gideão, apesar de ser um adorador
de Baal, não tinha muita convicção na sua divindade, pois disse ele:
“Se Baal é deus, que por si mesmo contenda contra Gideão, pois
Gideão derrubou o seu altar.”
Observe ainda que Baal (Satanás), não pôde fazer nenhuma
retaliação contra Gideão. Por que não? Por que Satanás sabia que
Gideão estava debaixo da autoridade de Deus e que nenhum ser em todo o universo consegue contender contra o Criador.
Vale, entretanto ressaltar que a autoridade outorgada por
Deus não é para o crente individualmente, mas o poder e autoridade
foram outorgados à Igreja, Corpo de Cristo. Lembre-se: “as portas
do inferno não prevalecerão contra a Igreja” (Mateus 16.18). Daí a
importância do crente estar firmado e solidificado numa igreja local
séria e comprometida unicamente com a verdade.
É inconcebível ao filho de Deus não pertencer a uma igreja
local e também não estar envolvido em algum ministério dessa
igreja.
sábado, 13 de julho de 2013
SAET - EAD
Em 2013 o SAET estará oferecendo o Curso Livre em Teologia nas modalidades: presencial e a distância (EAD). Na modalidade presencial o professor tutor da turma é o facilitador da aprendizagem. Desenvolvendo o conteúdo da aula de forma pedagógica, participativa e dinâmica. Na modalidade de Ensino a Distância (EAD) as aulas são virtuais e o professor tutor estabelece o contato com o aluno via chats e/ou de outros mecanismos de comunicação, com a finalidade de orientar, dirigir e supervisionar o ensino-aprendizagem. Essa modalidade de ensino é indicada àquelas pessoas que por um motivo ou outro não têm como frequentar as aulas de forma presencial. No SAET, as aulas virtuais têm a mesma qualidade das aulas presenciais, proporcionando ao aluno um ensino-aprendizagem eficiente e satisfatório.
Matrículas abertas!
O Seminário Ágape de Educação Teológica - SAET é uma instituição de ensino teológico que tem por objetivo preparar líderes e obreiros competentes, que busquem a excelência em cada ministério de forma específica, visando ao chamado do Senhor Jesus expresso na seguinte frase: "Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações" (Mateus 28.19a).
Com esse objetivo, o SAET está dentro da missão estabelecida por Deus à Igreja Batista Ágape: abençoar Campinas, São Paulo, o Brasil e o Mundo.
Atualmente o SAET oferece cursos teológicos, seminários, palestras e treinamentos para diversos ministérios. Em 2008 o SAET desenvolveu o Sistema de Ensino via DVD (Tele aulas), que visa oferecer cursos teológicos para grupos em Igrejas Locais.Para maiores informações acesse: www.seminarioagape.com.br
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