quarta-feira, 24 de julho de 2013

Como ouvirão se não há quem pregue?

Em Atos, capítulo 10 temos o relato da conversão de Cornélio e sua família. Cornélio era gentio, porém temente a Deus. Cornélio constantemente orava a Deus, dava suas esmolas, provavelmente era um bom pai de família, virtudes que o classificaria como um homem religioso. No conceito dos homens, tais virtudes eram mais do que suficiente para Cornélio “merecer” a salvação; entretanto, a Bíblia relata que Cornélio e sua família não eram salvos. É verdade que pessoas como Cornélio atraem os olhares de Deus (Salmos 41), entretanto, tais obras não são suficientes para salvar o homem. Deus ouviu as orações de Cornélio, por isso lhe enviou um anjo, não para pregar o Evangelho, mas para levar uma mensagem clara: procure Pedro (Atos 10.5). Esse fato deixa evidente que a pregação do Evangelho compete à Igreja. Pedro foi enviado para pregar o Evangelho para Cornélio e toda a sua família (Atos 10.21-48). As bases da pregação de Pedro foram: A) Deus confirmou o ministério de Jesus ao ungi-lo com o Espírito Santo (Atos 10.38); B) Jesus curou e libertou os oprimidos do diabo. Deus era com Jesus (Atos 10.38); C) Nós somos testemunhas das obras realizadas por Jesus, da sua morte e crucificação (Atos 10.39); D) Somos testemunhas oculares da Sua ressurreição (Atos 10.40); E) Jesus nos enviou a pregar e testificar que ele é quem foi constituído por Deus Juiz de vivos e de mortos (Atos 10.42); F) Aquele que crê, por meio de seu nome, recebe remissão de pecados. (Atos 10.43). Após essa pregação, o Espírito Santo confirma a pregação de Pedro, e Cornélio, bem como toda a sua família são salvos mediante a loucura da pregação (Atos 10.44).

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